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Uma parceria entre Dinamarca e o Banco Mundial foi firmada entre o Governo dinamarquês, por intermédio da ministra da Cooperação para o Desenvolvimento, Ulla Tørnæs, e a vice-presidente do Banco Mundial (BM), Laura Tuck. No fim do último mês (abril) o país assinou um acordo com o Organismo financeiro internacional com o propósito de incentivar os Estados em desenvolvimento a obterem os benefícios proporcionados pela tecnologia da digitalização.

Banco Mundial

Na prática, os daneses* contribuem com 15 milhões de coroas dinamarquesas (DKK) para a instituição – aproximadamente, US$ 2,408,260.00, ou R$ 8.684.840,00, conforme a cotação do dia 15 de maio de 2018 –, a qual busca cooperar com os ministérios dos países interessados. A objetivo é otimizar soluções digitais para as realidades locais, mediante a introdução de acesso a internet, e-governança e segurança cibernética.

A colaboração com o BM é feita por Finlândia, Coreia e Japão, assim como por empresas privadas, a exemplo da Microsoft e GSMA, na busca do cumprimento das 17 metas de desenvolvimento sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU).

Em referência à questão, a ministra Tørnæs sinalizou no site do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca: “Ao fortalecer a parceria com o Banco Mundial na agenda digital, temos um parceiro realmente forte no esforço de criar desenvolvimento através de dados e tecnologia digital. As melhorias tecnológicas proporcionam aos países em desenvolvimento novas oportunidades para resolver seus desafios em setores como energia, educação e saúde”. E sobre a pauta, no Jornal Copenhaguen Post ela expressou: “Queremos estar lá para garantir que novas soluções digitais possam ser usadas em países em desenvolvimento. Ao mesmo tempo, é vital que a digitalização seja inclusiva e não marginalize certos grupos dentro da população”.

Os analistas apontam que o auxílio do BM se constitui numa oportunidade para o aperfeiçoamento tecnológico dos Estados em desenvolvimento, sobretudo, no que concerne a cibersegurança e à aplicação de políticas de governança digital. Em relação à atuação dos dinamarqueses, entende-se que suas ações representam ganhos políticos, à medida que projetam a imagem de seu Estado no plano internacional como um ator solidário à causa digital.

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Nota:

* Sinônimo de dinamarquês.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Ulla Tørnæs, Ministra da Cooperação para o Desenvolvimento da Dinamarca (à direita)” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c3/Ulla_Tornaes%2C_2009_World_Economic_Forum_on_Africa-1.jpg/1280px-Ulla_Tornaes%2C_2009_World_Economic_Forum_on_Africa-1.jpg

Imagem 2 Banco Mundial” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/87/The_World_Bank_logo.svg/800px-The_World_Bank_logo.svg.png

Bruno Veillard - Colaborador Voluntário Júnior

Mestrando pelo Programa de Pós-graduação em Sociologia e Política (PPG-SP), e Bacharel em Relações Internacionais pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro vinculado a Universidade Cândido Mendes (IUPERJ/UCAM). Atua na produção de notas analíticas e análises conjunturais na área de política internacional com ênfase nos países Nórdico-Bálticos e Rússia.

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