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Após a queda do ex-presidente Lugo, a posição brasileira em não reconhecer o novo Mandatário, o novo Governo e o apoio do Brasil em suspender o Paraguai no MERCOSUL (“Mercado Comum do Sul”), reacendeu o “anti-brasileirismo” no país, sentimento que está sendo utilizado para justificar mudanças internas no Paraguai e de posicionamentos externos do país. Neste sábado, declarou-se, inclusive, estudar  sua saída definitiva do Bloco*.

 

Esse sentimento vem sendo aprofundado com a declaração do atual Presidente, Federico Franco, em buscar o fortalecimento dos laços políticos e econômicos com outros países, como China e “Estados Unidos”, em detrimento da parceria com os países do “Mercado Comum”, caso o Paraguai seja suspenso**.

As raízes do anti-brasileirismo em terras paraguaias podem ser encontradas não apenas em decorrência da “Guerra do Paraguai”, mas há outros fatores que constantemente estimularam este comportamento, embora sejam menos citados pelos historiadores e analistas, como podem ser citados a forma como se deu a “colonização portuguesa” e o “movimento dos bandeirantes” brasileiros em seu período colonial.

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Fontes:

* Ver:

http://observatoriodafronteira.wordpress.com/2012/06/30/paraguai-analisa-a-saida-definitiva-do-mercosul/

** Ver:

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1112544-paraguai-ameaca-procurar-outros-socios-se-for-suspenso-do-mercosul.shtml

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