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Após morte de Kim Jong-Il, cresce a esperança de famílias japonesas na resolução de casos de seqüestro de japoneses

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Desde a década de 1970, as relações entre o Japão e a Coréia do Norte ficam mais delicadas quando o assunto é o seqüestro de cidadãos japoneses por espiões e grupos norte-coreanos. Presume-se que o governo norte-coreano tenha utilizado os cidadãos japoneses no treinamento de espiões a fim de ensinar-lhes o idioma e os costumes do Japão.

Em 2002, quando o primeiro ministro japonês Junichiro Koizumi visitou a Coréia do Norte, o governo de Kim Jong-Il assumiu pela primeira vez o seqüestro de treze cidadãos japoneses. Assim, após negociações, cinco dos trezes seqüestrados foram devolvidos ao país de origem, sob a alegação de que o restante havia falecido, fato que não é acreditado pelo governo japonês.

O Tókio afirma que a Coréia do Norte ainda esconde mais pessoas seqüestradas e não foram apenas treze. O caso mais famoso foi o da adolescente de treze anos, Megumi Yokota, que foi raptada em 1977, e virou símbolo de uma campanha nacional e internacional contra a Coréia do Norte.

Segundo declarações oficiais do Estado norte-coreano, Megumi suicidou-se há mais de 10 anos. Há evidências, entretanto, de que ela ainda esteja viva e detém conhecimentos aprofundados sobre a política norte-coreana, o que a impede de ser devolvida ao seu país.

Com a morte de Kim Jong-Il, as famílias envolvidas nesse caso esperam que o Governo japonês tenha habilidade para resolver o caso de forma diplomática antes que o sucessor de Kim rompa as possibilidades.

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Fonte consultada: “AFP

Fonte da Imagem:

http://jornal.ceiri.com.br/wp-content/uploads/2011/12/megumi_2022412c.jpg

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