LOADING

Type to search

[:pt]Após um ano da reaproximação, EUA e Cuba enfrentam desconfianças e alguns avanços [:]

Share

[:pt]

Desde a reaproximação no ano de 2014, muito já se discutiu a respeito de Cuba e EUA (Estados Unidos). As análises constituídas por profissionais e estudantes da área de Ralações Internacionais foram de grande importância para a compreensão, de um ponto de vista teórico e simbólico, da história que envolve os dois países desde 1947 a 1991, período em que ocorreu a Guerra Fria. Contudo, apesar desse momento histórico em que voltam a se relacionar os dois países que um dia foram inimigos, é normal que a tensão ainda prevaleça entre eles.

No último dia 20 de julho (2016), quarta-feira passada, foi completado um ano da reabertura da embaixada cubana em Washington. Desde esse acontecimento, em 2015, muitos passos já foram dados para que as estranhezas entre ambos fossem diminuídas, entre eles a visita do presidente norte-americano Barack Obama ao território de Havana, assunto que, inclusive, foi dissertado pelo CEIRI NEWSPAPER na época (21 de março). Outro passo foi um pronunciamento do Secretário de Estado, John Kerry, um mês depois da reabertura (20 de julho de 2015). Com tom otimista, este afirmou que muitos seriam os benefícios na reaproximação dos dois Estados e que não havia o que temer diante disso.

Desde quando a bandeira dos EUA foi hasteada em Cuba, e vice-versa, os dois países trataram suas diferenças de modo cordial, porém, sem ainda terem sido removidos os embargos históricos de suas relações. Nem a visita do Presidente norte-americano foi o suficiente para que liberassem alguns deles, como, por exemplo, a abertura para o turismo, que, para ser feito, ainda necessita obedecer a uma série de condições e obrigações para que os americanos possam chegar na ilha. Além desse, que ainda enfrenta dificuldades, pode-se citar a liberação das transações internacionais de Cuba por meio do dólar, algo que facilitaria e reduziria os custos em importações de alimentos.

Observando o quadro das relações entre Cuba e EUA, percebe-se que os dois países ainda vivem um certo reflexo da Guerra Fria, que teve sua base na desconfiança entre a União Soviética e os Estados Unidos. Todavia, apesar dos percalços, não se pode ignorar o fato de que ambos já avançaram bastante. A exemplo, tem-se a permissão de investimentos americanos na ilha, que mostra ser um território onde a mão-de-obra é qualificada e barata, já ocorrendo iniciativa das primeiras empresas a investir no território cubano, em décadas. São elas: a rede de hotéis Starwood e o Cruzeiro da Carnival.

———————————————————————————————–                    

Imagem (Fonte):

http://antigo.brasildefato.com.br/node/32362

[:]

Ana Raquel Cordeiro - Colaboradora Voluntária Júnior

Graduada em Relações Internacionais (2014) pela Universidade da Amazônia – PA e profissionalmente atua com gestão de empresas. Áreas de interesse em pesquisa são em Marketing e mídias Internacionais, Conflitos bélicos e étnicos de interesse internacional, dentre outros.

  • 1

1 Comments

  1. Rubem de Jesus Ferreira 25 de julho de 2016

    Sempre com tematicas interested, nao so para Internacionalista.

    Responder

Deixe uma resposta

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

×
Olá!