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As entusiasmadas cheerleaders norte-coreanas na Olimpíada de 2018

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Sobre a Olimpíada de PyeongChang, vale-se fazer menção a um fato curioso envolvendo, não as partidas em si, mas o que acontecia nas arquibancadas: o Governo norte-coreano enviou um grupo de 229 animadores de torcida, somente mulheres, plenamente disciplinadas e organizadas, para apoiar os competidores de seu país.

Parte da coreografia das 230 representantes torcedoras da Coreia do Norte

Sempre trajadas com uniformes vermelhos, as torcedoras apoiavam, mediante gritos, sorrisos, aplausos, canções e coreografias, os participantes da Coreia do Norte em suas disputas. Em partidas menos interessantes esportivamente, a imprensa de todo o mundo focava as lentes de suas câmeras para o espetáculo à parte que testemunhavam. Como se não bastasse, elas ainda iam todas juntas ao banheiro, não conversavam com ninguém e deixavam as arenas e ginásios dos jogos sempre alinhadas e em silêncio.

Com o objetivo de passar a mensagem internacional de ser o país anfitrião dos “Jogos Olímpicos da Paz”, a Coreia do Sul aprovou o uso de 2,86 bilhões de wons (aproximadamente, R$ 8,75 milhões; ou US$ 2,68 milhões, na cotação de 12 de março de 2018) para arcar com as despesas da viagem da delegação da Coreia do Norte – mais de 400 pessoas, incluindo as cheerleaders –, ainda que sob protesto de parte da população sul-coreana. O Comitê Olímpico Internacional (COI), por sua vez, patrocinou os custos provenientes da participação dos 22 atletas norte-coreanos no evento.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 “Animadoras de torcida norte-coreanas” (Fonte):

https://www.olympic.org/photos/pyeongchang-2018-opening-ceremony-2

Imagem 2 “Parte da coreografia das 230 representantes torcedoras da Coreia do Norte” (Fonte):

https://www.olympic.org/photos/pyeongchang-2018-opening-ceremony-1

Wilson Mencaroni - Colaborador Voluntário

Pós-graduado em Gestão de Negócios Internacionais pela Business School São Paulo (BSP), Bacharel em Relações Internacionais no Centro Universitário Fundação Santo André - Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas. Bolsista pelo CNPq em 2009 com o projeto de iniciação científica "A Soberania Nacional em face dos Tratados Bilaterais: A Questão do Tratado de Itaipu". Tem experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Atitude e Ideologias Políticas, atuando principalmente nos seguintes temas: integração, direito, democracia, segurança e negociação internacional. Em sua carreira, conquistou o cargo de Gerente de Negócios Internacionais. Está em contato com o comércio exterior, aprofundando seu conhecimento e focando suas habilidades para os procedimentos de importação. Já participou de diversas feiras internacionais, representando sua empresa, tendo a função de estreitar o relacionamento com fornecedores, investidores e clientes estrangeiros, além de trabalhar a marca da empresa e conquistar distribuições em diferentes continentes.

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