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Há cerca de quatro décadas, em todos os grandes eventos esportivos no mundo se via a presença forte dos Estados Unidos e de países europeus que sofriam concorrência da extinta União Soviética e, logo depois, da sua herdeira imediata e mais expressiva, a Rússia.

Hoje, tem-se uma grande modificação com o despertar da China.  O país que se destaca entre as grandes nações na economia e na política, agora também está atuando soberanamente nos esportes olímpicos.

Desde o ano de 2001, quando sua economia começou a se desenvolver de forma rápida, o país investiu mais nos esportes. Para a China, tudo que puder ser utilizado como um “outdoor” de sua grandeza terá o investimento necessário, por isso a potência econômica se tornou uma referência em algumas modalidades esportivas.

 

Não distante dela, outra nação asiática que vem apresentando ótimos resultados em “Jogos Olímpicos” é a “Coreia do Norte”, um país sem recursos financeiros para investir na modernização de seus ginásios e centros esportivos. O caso norte-coreano é interessante, pois pode ser comparado com o Brasil, que tem melhores condições para investir nos esportes e grandes nomes consagrados em diversas categorias esportivas.

Pode-se, assim, indagar a razão pela qual um país tecnicamente falido em termos econômicos é tão superior a uma grande potência emergente como o Brasil e pensar em como será o desempenho brasileiro nas “Olimpíadas do Rio de Janeiro”, em 2016, diante da inércia brasileira em sua condição de pouca expressão como potência olímpica?

Pelo que apontam os analistas e os observadores internacionais, a indústria esportiva, que rende milhões nos Estados Unidos, na Europa e na China, parece não ser bem explorada pelos empresários brasileiros, constituindo-se isso uma grande perda para uma indústria que, hoje, poderia ser complementar aos tradicionais setores que compõem o “Produto Interno Bruto” (PIB) do Brasil. Esta falha pode explicar o baixo sucesso, senão o fracasso do Brasil diante de seu potencial.

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Fontes de referência:

Ver:

http://hojemacau.com.mo/?p=37349

Ver Notas diárias da CNTV”:

http://espanol.cntv.cn/noticia/deporte/index.shtml

VerNotas oficiaisLondres 2012’”:

http://www.london2012.com/medals/medal-count/

Tags:
Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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