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China desenvolve estratégia para cooperação internacional em ciência e Tecnologia

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A China realizou, no dia 28 de agosto, em, Pequim, a “9ª Edição da Reunião sobre Assuntos Internacionais no Setor Científico da China”. Durante o evento o governo chinês, por intermédio de seu ministro de “Ciências e Tecnologias”, Wan Gang, afirmou que será definida uma estratégia de aplicação internacional para cooperação nos setores de ciência, tecnologia, pesquisa e desenvolvimento, visando dar ao país capacidade de dominar tecnologias de ponta das quais ainda carece.

 

Liu Yandong, conselheira de Estado, discurso e mostrou a grande quantidade de parcerias e intercâmbios que o país tem com outros Estados e ressaltou os resultados dessas parcerias para o desenvolvimento da China.

Em suas palavras: “Durante o período do 12º plano quinquenal, vamos promover cooperações internacionais científicas e tecnológicas, melhorar a disposição e o ambiente de investimento, ampliar áreas de intercâmbios. Além disso, precisamos utilizar os recursos globais para alcançar alguns resultados importantes de parceria científica e dominar certas tecnologias de ponta. Ainda vamos concentrar técnicos de alto nível, elevar nossa capacidade de inovação, com o objetivo de aumentar a capacidade e a influência chinesa na ciência e tecnologia”*.

De acordo com o ministro Wan Gang, paz parte da estratégia chinesa apresentar planejamentos diversos para os países, de acordo com sua condição de desenvolvido, ou em desenvolvimento e para os vizinhos.

Afirmou: “Vamos aperfeiçoar o mecanismo de cooperação científica governamental, preparar diferentes planos de colaboração para os países desenvolvidos, em desenvolvimento e vizinhos. Ainda vamos explorar novas áreas de intercâmbios, participar ativamente de planos internacionais e promover parcerias com países em desenvolvimento”*.

De acordo com dados divulgados na mídia e disponíveis em instituições especializadas, a  China tem cooperações científicas com 152 países e regiões e faz parte de 200 organizações cooperativas governamentais do setor científico e tecnológico.

Analistas afirmam que os chineses investirão pesadamente em cooperação, pois é uma forma de fazer transferência de tecnologia e propiciar inovação e desenvolvimento ao país, sendo esta uma estratégia que tem produzido resultados positivos, sempre que aplicada corretamente.

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* Fonte: http://portuguese.cri.cn/561/2011/08/29/1s139482.htm

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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