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A China vem se abrindo cada vez mais para o restante do globo, sendo vista como o país de grande importância para o comércio internacional. Neste cenário econômico, ela está mantendo suas políticas internas de estabilização da economia e mantendo uma constante expansão na política e na economia mundial, porém, embora ela esteja criando mais aberturas para o mundo, ainda não conquistou o reconhecimento total como uma “economia de mercado”.

 

Neste final de semana, no dia 11 de dezembro, foram comemorados os 10 anos do ingresso da China na “Organização Mundial do Comércio” (OMC) e, pelos festejos da data, o presidente Hu Jintao se pronunciou no “Grande Palácio do Povo”.

Declarou: “Após a adesão à OMC, a China tem persistido no cumprimento de seus deveres, além de gozar seus direitos. As conquistas próprias sempre se combinam com o desenvolvimento mundial. O país converteu os desafios em oportunidades e participou da cooperação e competição internacionais em uma envergadura maior e em um nível mais alto”.

Durante a comemoração no Palácio chinês, o Presidente refez o pedido ao mundo para que se reconheça a China como uma “economia de mercado”, possibilitando ao país asiático facilidades em suas transações comerciais e maiores possibilidades de utilização dos mecanismos da instituição, além de adequadas condições de participação no Fórum da OMC.

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Fontes:

* Ver “CRI”:

http://portuguese.cri.cn/561/2011/12/11/1s143464.htm

Ver também “Folha SP”:

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1019714-china-pede-para-ser-reconhecida-como-economia-de-mercado.shtml

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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