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[:pt]China: soberana desde os Jogos Paralímpicos de Atenas (2004)[:]

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Desde os Jogos Paralímpicos de Atenas, em 2004, os atletas da República Popular da China mantêm destacada liderança. A Paralimpíada do Rio de Janeiro – 2016 confirmou a hegemonia chinesa como potência nesta atividade. Segundo o chefe de missão da delegação brasileira na Paralimpíada Rio-2016 e diretor técnico do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Edilson Tubiba, foi um processo em que “a Paralimpíada de Pequim, em 2008, teve papel importante no crescimento”.

Para se ter uma ideia desse destaque, até a edição desta Nota Analítica, a China tinha 84 medalhas de ouro contra 34 medalhas de ouro da segunda colocada, a Grã-Bretanha (vide o Quadro de Medalhas da imagem). Bem melhor que nos Jogos Olímpicos, quando ficou em 3ª posição, com 26 medalhas de ouro, atrás da Grã-Bretanha, detentora de apenas 1 medalha dourada a mais, e do primeiro colocado, os Estados Unidos da América, com 46 medalhas de ouro.

Apesar do fato de o gigante asiático realizar muitos investimentos em esportes e de existir uma superpopulação, algo que, consequentemente, leva à existência de muitos portadores de necessidades especiais na China, possibilitando, por sua vez, o surgimento de grande número de atletas, em termo absolutos, há rumores de fraudes com doping e de classificação funcional.

Se os atletas olímpicos chineses não se destacaram em primeiro lugar na Olimpíada do Rio de 2016, os atletas paralímpicos estão fazendo um grande papel nesta edição dos Jogos Paralímpicos, evento esportivo que alcança popularidade cada vez maior, cumprindo a função importante do espírito olímpico de inclusão social, além da tão propalada “união entre os povos”, mas, também, cumprindo outro papel de relevo, que é cada vez mais valorizado: destacar o marketing esportivo, ideológico e comercial dos países campeões.

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Imagem (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Quadro_de_medalhas_dos_Jogos_Paral%C3%ADmpicos_de_Ver%C3%A3o_de_2016  

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Marcelo de Montalvão - Colaborador Voluntário

Graduado em Direito (2000) pela Universidade da Amazônia, é diretor da Montax – Inteligência & Investigações e autor de Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa. Pesquisa Marketing de serviços, Guerra Econômica, Economia Política e áreas afins. Como Advogado criminalista, tem foco em ações antilavagem de dinheiro para Recuperação de ativos desviados de fraudes.

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