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Enquanto o Ocidente destina atenção à possibilidade de negócios com os chineses, internamente o gigante asiático está preocupado com a corrupção e implementa um programa de compliance do Comitê Central do Partido Comunista da China. São regras claras sobre como os membros do Partido devem agir em casos de ordens de serviço e o que não devem fazer.

Por exemplo, estabeleceram-se as chamadas “6 proibições” principais:

  1. Violações não-processuais (ações coercitivas);
  2. Nepotismo;
  3. Venda de cargos;
  4. Prospecção de suborno;
  5. Promoções inadequadas;
  6. Não conformidade com a equipe de gerentes de fora-do-local, devido a violação de proibição de unidades e de pessoal que foram resolutamente punidos.

Conforme declaração das autoridades, a normatização para o cumprimento de regras tem por escopo “a seleção organizacional clara e competitiva”, visando “melhorar a supervisão e o mecanismo de inspeção”.

As reformas foram idealizadas pelo primeiro ministro Xi Jinping, na função de Secretário-Geral do Partido Comunista da China, que é reconhecido pela sua postura econômica liberal reformista e duro no combate à corrupção.

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Imagem (Fonte):

Autoria de Marcelo Montalvão

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Marcelo de Montalvão - Colaborador Voluntário

Graduado em Direito (2000) pela Universidade da Amazônia, é diretor da Montax – Inteligência & Investigações e autor de Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa. Pesquisa Marketing de serviços, Guerra Econômica, Economia Política e áreas afins. Como Advogado criminalista, tem foco em ações antilavagem de dinheiro para Recuperação de ativos desviados de fraudes.

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