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Barreiras protecionistas afetam fluxo do comércio internacional

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Segundo dados da entidade Global Trade Alert (GTA), financiada pelo Banco Mundial (BM) e pelo governo britânico para monitorar a proliferação de medidas protecionistas pelo mundo, o Brasil está entre os países que mais sofreram com medidas protecionistas, sendo que dezessete medidas de onze países já foram adotadas e atingem produtos brasileiros.

A proliferação de medidas protecionistas tem sido uma das preocupações de todos os fóruns internacionais, em especial na Organização Mundial do Comércio (OMC) e Banco Mundial (BM) que prevê a redução do comércio em 10% neste ano, com probabilidade de ser maior se a proliferação de barreiras persistir. Analistas afirmam que o principal risco não está nas ações em um setor específico.

A China (quem mais está buscando a cooperação internacional como forma de mitigar a crise) foi o país mais afetado por barreiras. Ao todo, foram 36 medidas contra seus produtos em menos de um ano, dentre elas uma medida do Brasil com a elevação das taxas de importação para o aço.

Segundo o GTA a Alemanha sofreu ao todo 29 medidas, os Estados Unidos 24, e o Brasil aparece na 21ª posição dentre os mais afetados, sendo um total de 142 países que já sofreram algum tipo de restrição ou distorção comercial desde o início da crise.

Para mais informações sobre o Global Trade Alert Acesse: http://www.globaltradealert.org/

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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