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A União Européia e o financiamento para o combate a mudança climática

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Na última sexta-feira, dia 29 de outubro, durante a Cúpula celebrada em Bruxelas, os líderes europeus chegaram a um acordo mínimo sobre a posição que a União Européia (UE) defenderá nas negociações mundiais de Copenhague, relativas à luta contra a mudança climática.

 

Este acordo mínimo não se converteu em aspectos concretos de financiamento, apenas direcionou uma posição ideológica da EU, na qual todos os países do globo devem contribuir para o enfrentamento do aquecimento global, em função de “sua responsabilidade pelas emissões mundiais e de sua capacidade de desembolso”.

Concretamente, a UE não estabeleceu qual será sua contribuição para o financiamento público internacional que será necessário para investir nas medidas de combate à mudança climática.

Apesar da UE reconhecer a importância de investir nas questões relacionadas ao meio ambiente e todos insistirem na necessidade de pensar em políticas em longo prazo, à mesa de negociação prevalecem as considerações orçamentárias e as políticas de curto prazo, prevalecendo, desta forma, o interesse nacional.

A indefinição da UE sobre as cifras que se devem destinar ao financiamento público internacional encontra respaldo na crise econômica mundial, que ainda assola diversos países da região e do mundo.

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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