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A China está se esforçando para promover o tipo de desenvolvimento menos agressivo para o meio ambiente.  Em alguns lugares do país, o governo subsidia a venda de veículos que usam combustíveis alternativos e não poluentes, já existe a promoção do desenvolvimento tecnológico por parte das empresas e ele oferece curso sobre o uso de energia solar para estrangeiros.

Durante a “Cúpula de Líderes do Tratado Global 2010 das Nações Unidas”, cujo tema foi “Construir uma Nova Era de Sustentabilidade“, Wang Zhongyu, presidente da “Confederação Nacional das Empresas da China”, informou que “as empresas chinesas têm feito enormes esforços para promover a inovação tecnológica, a produção limpa, o desenvolvimento verde e a economia reciclável, a fim de construir de maneira econômica e favorável ao meio ambiente“.

Acrescentou ainda que “a China tem obtido resultados notáveis no desenvolvimento econômico e no progresso social, desde que adotou a política de reforma e abertura 30 anos atrás“.

Além deste esforço, o país, em colaboração com a “Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial” (UNIDO, em inglês), desenvolveu um curso para o uso da energia solar.

O curso conta com a presença de técnicos estrangeiros vindos de países africanos, asiáticos e do Oriente Médio, estando listados Indonésia, Irã, Sudão, República dos Camarões e Nigéria.

O desenvolvimento sustentável é um dos focos do gigante asiático. É uma área que pode tornar-se a porta de entrada para novos negócios entre a China e outras nações, assim como pretende Portugal, que divulga seus projetos “verdes” em diversos setores na “Expo Xangai” para atrair investimentos dos chineses para suas pesquisas.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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