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ONU e EUA trabalham para a limpeza do “agente laranja” no Vietnã

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Mais de 30 anos após a “Guerra do Vietnã”, os resíduos da arma química chamada de “agente laranja”, responsável por muitas mortes durante o conflito, ainda trazem problemas aos civis do país. Muitos vietnamitas nascem com sérios problemas de saúde e deformação física por causa dos resíduos desta arma. Por isso, os Estados Unidos e a “Organização das Nações Unidas” (ONU) anunciaram que visam ajudar no processo de limpeza destas regiões.

Segundo o governo do país, cerca de 20% das florestas foram destruídas e estima-se que 4,8 milhões de vietnamitas foram expostos ao “agente laranja”, sendo que 400 mil morreram e 500 mil crianças nasceram com deformações físicas e problemas de saúde.

Em todo seu território, três grandes áreas foram afetadas com maior densidade: no aeroporto de Bien Hoa, em Ho Chi Min e nas antigas bases norte-americanas, em Phu Cat e Danang. De acordo com a ONU, serão necessários U$ 59 milhões para investir no processo de limpeza destas áreas.

Os EUA já contribuíram para a limpeza no ano de 2007, com a doação de U$ 9 milhões para diversos programas do gênero e, atualmente, junto com a ONU, será iniciado um programa com valor inicial de U$ 5 milhões para a limpeza das regiões.

Este valor anunciado é considerado baixo para que o programa tenha um impacto efetivo. No entanto, dentro de sua atual doutrina, os EUA continuam trabalhando pelo respeito da cooperação e negociação com todos os atores no cenário mundial e investindo para manter o projeto de equilíbrio e estabilidade do sistema internacional.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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