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Tecnologias adotas pela indústria brasileira para a substituição do “amianto” são apresentadas a um consultor do “Banco Mundial”

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O consultor ambiental do “Banco Mundial”, Barry Castleman, visitou no dia 26 de agosto a fábrica da “Brasilit”, em Jacareí, São Paulo. A “Brasilit” é uma das empresas brasileiras que produz produtos de fibrocimento sem amianto.

Castleman aproveitou a vinda ao Brasil para conhecer as novas tecnologias adotadas pela indústria brasileira para substituir o “amianto crisotila” de todo o território nacional. O “Banco Mundial” não financia obras que utilizem esta substância.

De acordo com informações publicadas pelo Portal “Bagarai”, o “amianto crisotila” ainda é utilizado na indústria brasileira, principalmente nos produtos de fibrocimento (telhas, caixas d’água, painéis e outros). Porém, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Pernambuco e São Paulo já contam com leis que proíbem o uso do mineral.

As “Fibras de Polipropileno” (PP) e “Álcool Polivinílico” (PVA) são certificadas pelo “Ministério da Saúde” e recomendadas para o substituírem, não sendo classificadas como cancerígenas pela “Organização Mundial da Saúde” (OMS).

Castleman é, desde 1999, consultor do “Banco Mundial” e da “Comissão Européia” para assuntos relativos ao amianto. É também assessor da “Organização Mundial de Saúde” (OMS) de Washington sobre matérias de saúde pública e história corporativa deste mineral.

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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