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O ano de 2010 iniciou com uma série de desastres naturais em diversos países: Haiti, Chile, Taiwan, Tsunamis no Japão e, mais recentemente, o terremoto na província de Qinhai, China.

Nesta quarta-feira, dia 14 de abril, o tremor na China atingiu 7.1 graus na escala Richter e teve um epicentro de 30 kilômetros, atingindo a região autônoma tibetana de Yushu.

O terremoto causou cerca de 300 mortes em toda a sua extensão durante o primeiro abalo. Além do número de mortos, também houve aproximadamente 10 mil feridos. O segundo abalo, que ocorreu no decorrer da tarde, elevou o número de mortos para 589.

Para ajudar nos resgates, até o presente momento, existem cinco mil voluntários trabalhando para recuperar a estabilidade local. Dentre estes voluntários estão soldados, equipes médicas e funcionários do governo local e central. Além das equipes chinesas, os Estados Unidos, a ONU, entre outros Estados, ofereceram ajuda nas operações de resgates.

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, que irá visitar o país para seu encontro com o presidente Hu Jintao, no dia 27 deste mês, enviou suas condolências: “Este sismo (…) relembra às horas dolorosas que a China sofreu faz dois anos na província de Sichuan que pagou um preço muito alto com o terremoto de Wenchuan. Tenho confiança na capacidade da China para lidar com esta nova provação“.

Especialistas em eventos sísmicos, como o Prof. Teruyuki Kato da “Universidade de Tókio” e do “Instituto de Terremotos da Universidade de Tóquio”, afirmam que os tremores ocorridos nesta semana podem não ser os únicos, já que a região sofre freqüentes atividades sísmicas.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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