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[:pt]Coréia do Norte ameaça os EUA, caso este prossiga com inserção de mísseis THAAD na Coréia do Sul[:]

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Recentemente, o CEIRI NEWSPAPER divulgou uma nota a respeito de a China e a Rússia se oporem a proposta dos EUA (Estados Unidos) em implantar mísseis do tipo THAAD (Terminal High Altitude Area Defense) na Coreia do Sul, com o intuito de preparar este país contra possíveis atentados de sua vizinha do Norte. Em resposta, o Presidente da China, Xi Jinping, visitou a Península Sul-Coreana, no dia 29 de junho (2016), para alertar o primeiro-ministro Hwang Kyo-ahn contra as intenções estadunidenses, frisando que tal atitude poderia agravar as tensões entre as duas Coreias.

Segundo disseminado na mídia, o interesse da China, assim como da Rússia, em evitar a implantação do míssil THAAD, que se destina a interceptar mísseis balísticos de curto e médio alcance, em território sul-coreano, deve-se à possibilidade de ele interceptar os mísseis de seus territórios também.

De qualquer forma, no dia 11 de julho, segunda-feira passada, o alerta do Presidente tornou-se realidade, no que diz respeito ao agravamento de tensões entre as Coreias. Foi informado pela agência oficial de notícias de Pyongyang, a KCNA, que “A República Popular Democrática da Coreia realizará uma ação física para controlar o THAAD inteiramente”, a partir do momento que sua vizinha do sul confirmar sua posição. O anúncio veio do Comando de Artilharias das Forças Armadas de Pyongyang.

Ainda segundo o comunicado, o Exército de Kim Jong-Um (líder da Coreia do Norte) mostrou-se convicto ao afirmar que a Península Norte-Coreana também possui armamentos melhores e mais recentes para enfrentar, de modo “impiedoso”, as ameaças dos Estados Unidos, que se mostram dedicados a acender uma guerra com a implementação do THAAD. Além disso, a ameaça estendeu-se à Coréia do Sul que, caso venha a aceitar os mísseis em seu território, estará declarando “uma autodestruição miserável”.

Antes do comunicado, no dia 8 de julho (sexta-feira), norte-americanos e sul-coreanos haviam declarado que a implantação iria acontecer, porém, ainda faltavam decidir data e local. Após isso, durante o pronunciamento de segunda-feira, dia 11 de julho (2016), a Coreia do Norte, por meio do Ministério de Relações Exteriores, informou que todos os canais de comunicação com Washington, através da missão norte-coreana na sede da ONU, em Nova York, estariam suspensos. Tal decisão gerou motivos ao Sistema Internacional para todos ficarem em alerta.      

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Imagem (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Kim_Jong-un

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Ana Raquel Cordeiro - Colaboradora Voluntária Júnior

Graduada em Relações Internacionais (2014) pela Universidade da Amazônia – PA e profissionalmente atua com gestão de empresas. Áreas de interesse em pesquisa são em Marketing e mídias Internacionais, Conflitos bélicos e étnicos de interesse internacional, dentre outros.

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