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[:pt]Coreia do Norte pede que EUA a reconheçam como “Potência Nuclear”[:]

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Há tempos, a Coreia do Norte vem mostrando seu potencial bélico por meio de testes com armas nucleares, tendo ocorrido o mais recente na penúltima sexta feira, 9 de setembro (2016). Este foi considerado pela emissora estatal norte-coreana, a KCTV, como o maior e mais bem-sucedido, pois o foguete obtinha uma estrutura com características específicas de uma ogiva nuclear, pronta para ser montada em misseis balísticos estratégicos.

O teste foi realizado no dia em que a Coréia do Norte completava seu 68º aniversário de fundação e, segundo a KCTV, ele foi uma demonstração do que chamou de “orgulhosa potência nuclear para seus inimigos, que sancionaram e duvidaram do poderio norte-coreano, inclusive os Estados Unidos (EUA), pois obteve 5.3 de magnitude, sendo comparado a um terremoto, de acordo com a emissora. O teste ocorreu no mesmo local onde a Coreia do Norte detonou artefatos, em janeiro deste ano (2016), na base de Punggye-ri, nordeste do país.

Dois dias após a demonstração de poder nuclear, no domingo, dia 11 de setembro, o Governo, por meio de um Porta-Voz do Ministério das Relações Exteriores norte-coreano, justificou que a ação foi realizada também para efeito de proteção contra as “ameaças de guerra nuclear”, de modo que serviria para defender o direito dos norte-coreanos salvaguardarem sua soberania e o “direito de viver”, além de responder às ameaças” e “chantagens” dos EUA.

Para além disso, o regime norte-coreano exigiu dos EUA, devido ao fato de o quinto teste realizado ter sido o mais potente, o seu reconhecimento internacional como um “Estado com armas nucleares legítimo. Contudo, o representante do Estado americano para a Coreia do Norte, Sung Kim, declarou que os EUA e o Japão desejam obter da comunidade internacional a medida mais forte contra a Coreia do Norte. Após o posicionamento dos dois países, os norte-americanos realizaram, na última quinta-feira, dia 15 de setembro, um voo com dois caças B-1 sobre a Coreia do Sul, em prol de mostrar solidariedade com seu atual aliado, depois dos testes feitos em Punggye-ri, no dia 9.

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Imagem (Fonte):

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Korean_Central_Television_logo.svg

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Ana Raquel Cordeiro - Colaboradora Voluntária Júnior

Graduada em Relações Internacionais (2014) pela Universidade da Amazônia – PA e profissionalmente atua com gestão de empresas. Áreas de interesse em pesquisa são em Marketing e mídias Internacionais, Conflitos bélicos e étnicos de interesse internacional, dentre outros.

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