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Coreia do Sul e China apoiam o “Plano de Resgate” da “Zona do Euro”

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No final do mês de outubro, a “União Europeia” chegou a um Acordo para resolver a situação da Grécia e recuperar a confiança dos investidores na “Zona do Euro”. Pelo acordado conseguiu-se ajuda no curto prazo, mas será necessário o auxílio de outros países, com investimentos e compra de títulos de dívidas dos europeus. Dentre os Estados que estão apoiando o resgate, as grandes potências asiáticas já se manifestaram a favor, mas não se consideram a chave para a recuperação europeia.

 

Apesar disso, uma delas, a Coreia do Sul, já se declarou disposta a cooperar com o Plano para solucionar a crise da dívida e citou que as demais potências da região também estão apoiando. Nas palavras do presidente sul-coreano Myung-bak, em declaração feita durante o encontro do G-20*, “Sabemos que a China e o Japão expressaram sua disposição em participar deste plano de resgate”*.

A China, por sua vez, é citada por muitos analistas econômicos como a possível salvadora da Europa. Ela apoia o Plano, mas o Governo chinês não considera que seu país seja o “salvador”, contrapondo-se a abordagem dos analistas.

A Agência oficial do governo da China, a Xinhua, publicou uma matéria sobre o tema, com declarações do vice-ministro de Finanças, Zhu Guangyao.  Segundo ele, o país estuda um possível “Fundo de Resgate Especial” para a “Zona do Euro”, mas ainda não é oficial.

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*Estadão:

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,coreia-do-sul-esta-disposta-a-ajudar-zona-do-euro-se-necessario,90425,0.htm

Ver também: “Diário do ABC

http://www.dgabc.com.br/News/5923273/china-nao-pode-ser-salvadora-da-europa-diz-xinhua.aspx

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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