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“Crise Econômica” ameaça política de sigilo bancário

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A “Crise Econômica Internacional” está colocando sob foco a política de sigilo bancário adotada por países considerados paraísos fiscais e a Suíça tem sido apresentada como uma destas áreas que poderá ser obrigada a mudar uma filosofia que existe há séculos.

 

De forma mais direta, a questão não se relaciona à Crise propriamente dita, mas aos efeitos que ela tem provocado na opinião pública mundial que vem pressionando os governos dos países e as instituições internacionais, exigindo esclarecimentos sobre os recursos de empresas, empresários, líderes e personagens consideradas como ilegais em suas sociedades cujos ativos estão espalhados pelo mundo, depositados, além de nas instituições suíças, em Bancos de países que acabaram adotando o seu modelo.

Apesar da disseminação deste padrão e da multiplicação dos espaços fiscais privilegiados ainda se tem a sistema bancário suíço como um grande foco, mesmo que hoje ele seja apenas mais um no cenário. A questão, contudo, diz respeito as brechas do sistema bancário e financeiro mundial que precisam ser fechadas, mas, conforme foi apresentado pelo escritor e jornalista Nicholas Shaxson, em entrevista a “swissinfo.ch”*, sempre a própria estrutura correrá para buscar novas saídas e novas fissuras visando manter um espaço suficientemente aberto para a manutenção do sistema.

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* Entrevista na íntegra, usada como fonte desta nota analítica em:

http://www.swissinfo.ch/por/economia/Opiniao_publica_ameaca_sigilo_bancario.html?cid=31701670

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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