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Depois da China, o Japão faz outra disputa territorial na Ásia

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Após o “Governo da China” incluir as ilhas Senkaku/Diaoyu em sua zona de segurança, o Japão tomou uma iniciativa similar ao norte de seu território, incluindo a ilha de Takeshima  (たけしま 竹島), que atualmente é objeto de disputa com a “Coreia do Sul”, sendo por ela denominada como Dokdo (독도 獨島).

A ilha em questão fica localizada em uma região entre a “Coreia do Sul” e o Japão e pertencia aos coreanos antes da expansão do “Império Japonês” durante a “Segunda Guerra Mundial”. Com o fim desta “Grande Guerra”, alguns territórios não haviam sido devolvidos pelos japoneses, que se envolveram em disputas territoriais com a China, a “Coreia do Sul”, a Rússia e Taiwan

A iniciativa japonesa foi entendido por parte da imprensa e do Governo coreano como uma medida para apresentar equilíbrio de força perante a China e sua zona de segurança noMar da China”. De acordo com o que foi divulgado pela Agência oficial de noticias de Seul, a Yonhap, o Japão espera construir uma base na região, o que foi considerado pelo governo sulcoreano como um plano sem justificativas.

O governo (coreano) não pode tolerar reclamações injustificadas do Japão em Dokdo e também de outras medidas que não tem sentido histórico[1], afirmou Cho Tai-young, porta-voz do “Ministério dos Negócios Estrangeiros da Coreia do Sul”.

Os movimentos que vem ocorrendo no sudeste e leste asiático podem prejudicar Tokyo num futuro não tão distante, pois, enquanto reclama e ganha aliados contra algumas atitudes de Beijing, o país toma iniciativas que desagrada seus principais vizinhos, o que pode resultar em um isolamento regional diante de suas reivindicações territoriais.

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Fonte consultada:

[1] Ver:

http://spanish.yonhapnews.co.kr/national/2013/12/17/0300000000ASP20131217002700883.HTML

 

Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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