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As modificações propostas pelo Governo dinamarquês necessárias para o fechamento do orçamento de 2012/2013[1] objetivam o crescimento das relações com os mercados emergentes. Dentre eles, os países formadores do Brics (“Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul”), a “Coréia do Sul”, a Turquia, a Indonésia e o Vietnã.

 

O ministro dos “Negócios e Crescimento”, Ole Sohn, e a ministra do “Comércio e Investimentos”, Pia Olsen Dyhr, ambos do “Partido Popular Socialista”, foram responsáveis pela elaboração da nova estratégia dinamarquesa de aproximação com estes mercados. Uma das metas estipuladas consiste no crescimento de 50% das exportações dinamarquesas para estes países, até o ano de 2016.

Entretanto, a competitividade das empresas dinamarquesas preocupa as autoridades locais. Por isso, juntamente com esta nova estratégia, aprovada pelas “associações empresariais”, demandou-se um debate mais atento acerca do alto valor dos impostos que incidem sobre as empresas na Dinamarca – já que a competitividade internacional delas está em baixa*.

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[1] Realizadas por uma coligação política que envolveu os partidos Social-democrata, Liberal e Socialista.

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Fonte:

* Ver:

http://politiken.dk/newsinenglish/ECE1619624/di-praises-new-bric-plan/

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Thiago Babo - Colaborador Voluntário

Mestrando em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (Usp); Bacharel em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Puc-SP). Colaborador do Núcleo de Análise da Conjuntura Internacional (NACI) e do Núcleo de Estudos de Política, História e Cultura (Polithicult). Experiência profissional como consultor de negócios internacionais. Atua nas áreas de Política Internacional, Integração Europeia, Negócios Internacionais e Segurança Internacional. No CEIRI NEWSPAPER é o Coordenador do Grupo Europa.

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