LOADING

Type to search

Share

No domingo, dia 25 de abril, fora realizada a reunião do “Banco Mundial” (BM) sobre a transferência dos direitos de votos dos países desenvolvidos para os países em desenvolvimento. Este plano de reforma resultou na inédita mudança de poder dentro da instituição.

A reunião conjunta com o “Fundo Monetário Internacional” (FMI) foi realizada com o intuito de promover e estender os empréstimos aos países em desenvolvimento. Ao final, houve a concordância no valor de US$ 86,2 bilhões para impulsionar o capital do BM.

Aprovadas as reformas, a China ficou com o terceiro maior poder de voto na instituição. Apresenta um aumento de 1,65 % em suas contribuições, passando de 2,77% para 4,42%. Desta forma, ultrapassa países europeus como a Alemanha e fica atrás apenas dos Estados Unidos e do Japão, tornando-se o terceiro maior sócio do Banco.

Esta foi à primeira mudança de poder de voto entre os grandes doadores do BM desde a década de 1980. A presença chinesa em terceiro lugar também lhe dá mais influência na administração do Órgão. O presidente do BM, Roberto Zoellick declarou que este é um reflexo da crescente importância da China na economia mundial.

Tags:
Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

  • 1

Deixe uma resposta

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.