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O “Acordo de Livre Comércio” assinado entre China e Taiwan (ECFA) ganhou forte apoio da comunidade internacional. O aumento do diálogo entre as duas partes, a cooperação pela estabilidade econômica na Ásia e o futuro da ilha perante o mundo foram os motivos do apoio mundial ao ECFA.

O “Departamento de Estado dos Estados Unidos” anunicou: “Os Estados Unidos dão as boas vindas ao aumento do diálogo e à interação” e espera que as relações entre os dois lados “continuem a se expandir e desenvolver”. A “União Européia” se pronunciou: “A União Européia acredita que a expansão das relações econômicas através do Estreito tem também o potencial para beneficiar o desenvolvimento do seu já significativo comércio e ligações de investimentos no Leste Asiático”.

No continente asiático, o “Ministério das Relações Exteriores do Japão” saudou o acordo e espera que, com o sucesso do mesmo, Taiwan obtenha maiores facilidades em se relacionar economicamente com os demais vizinhos.

O “Ministério das Relações Exteriores de Cingapura” declarou: “A conclusão do ECFA aprimorará mais a cooperação econômica entre ambos os lados e preparará o caminho para a normalização do relacionamento econômico através do Estreito”, acrescentando que “Ele também será útil na promoção da integração econômica regional”.

O mundo saúda o acordo, mas, dentro da “República da China” (Taiwan/Formosa), ainda existe uma divisão de opiniões entre membros do governo e da população que “desconfiam” do Acordo, temendo uma unificação de Taiwan com a China continental.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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