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A “União Européia” (UE) está trabalhando intensamente para o resgate da Grécia. Além dos esforços entre os países membros do Bloco europeu, a comunidade internacional não ficou inerte quanto a esta questão que vem influenciando mercados do mundo todo. Os europeus planejam trabalhar em cooperação com a China e o Japão.

As relações com a Ásia são muito importantes para a União Européia, pois ela está a recuperar-se melhor da crise, com a China liderando os esforços asiáticos”, observou Maria Castillo Fernandez, responsável pelo “Gabinete da União Européia para Hong Kong e Macau”. Fernandez concluiu que a cooperação com o gigante asiático, atualmente, é decisiva para “ajudar a empurrar as exportações e a economia européia”.

 

Nesta segunda-feira, dia 10 de maio, foi confirmado o pacote de ajuda financeira. Um fundo de assistência que consiste em 440 bilhões de euros oriundos dos países da “Zona Euro” e 60 bilhões de empréstimos da “Comissão Européia”. O FMI avança com a disponibilidade de 250 bilhões de euros. Tal fundo visa ser usado no apoio à Grécia com finalidade de estabilizar a economia do país e a “Zona do Euro”.

O Japão se posicionou disposto em ajudar a economia grega e anunciou que irá contribuir com reservas de moeda estrangeira, disponibilizando-a de forma imediata.

Por outro lado, no momento, os tremores ao noroeste da China ainda chamam a atenção nacional, mas o país considera a “estabilidade econômica da zona do euro” fundamental para a recuperação econômica internacional. Desta forma, também está disposta a ajudar na recuperação do velho continente, bem como em utilizar a cooperação com a UE para ajudar neste processo.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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