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O “Banco da China”, um dos maiores do mundo, sendo o terceiro Banco mundial em termos de capitalização de mercado, inaugurou oficialmente a sua entrada no mercado brasileiro, no final do mês de março de 2010.

As negociações para o empreendimento foram iniciadas em 2007, mas apenas a partir do ano de 2008 as negociações progrediram. Atualmente, este Banco é o mais internacionalizado da China, atuando em mais de 29 países e chega ao Brasil prometendo disputar o mercado. A cerimônia de inauguração ocorreu no dia 30 de março, em São Paulo, contando com a presença de empreendedores e autoridades brasileiras e chinesas.

As vantagens de sua presença no país estão na facilidade de financiar e facilitar a entrada de empresas chinesas no mercado brasileiro e de empresas brasileiras interessadas em investir na China. O Banco está entrando no mercado nacional com US$ 60 milhões, mas o valor será ampliado de acordo com o volume de negócios realizados.

Concordo que o mercado financeiro brasileiro é maduro, mas o Banco da China está entusiasmado para participar deste mercado e seguir os regulamentos“, afirmou o Vice-Presidente do Banco da China, Chen Siqing.

São esperadas boas relações de negócios entre empresários dos dois países por meio da instituição, principalmente devido às facilidades que os empresários terão em negociar com suas respectivas moedas locais, sem a necessidade de conversões para o dólar norte-americano, diminuindo as perdas que ocorrem neste processo.

A inauguração oficial do Banco no país é um resultado positivo das relações sino-brasileiras que vem progredindo significativamente ao fomentar novas oportunidades de negócios entre empresários, empreendedores e acordos bilaterais com benefícios mútuos.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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