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O premiê chinês Wen Jinao admitiu, em um pronunciamento na cidade de Chungsha, que o país sofreu com o impacto da crise internacional, embora tenha apresentado um crescimento de 10% no ano de 2009.

A notícia não foi dada como alarmante, pois os efeitos não afetaram a economia do país de forma descontrolada, mas os seus reflexos foram maiores do que os especialistas chineses esperavam, por isso, as políticas de contenção da economia estão sendo cuidadosamente trabalhadas para não afetar o crescimento da China.

Embora a crise já tenha sido dada como finalizada, as economias do mundo não ficam animadas com o cenário apresentado, pois as exigências internacionais de flexibilização do câmbio da moeda chinesa podem ser descartadas pelo governo chinês e isto pode afetar as reformulações que estes países estão fazendo de suas políticas econômicas para não conter o crescimento deste país.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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