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A China divulgou dados oficiais do PIB (Produto Interno Bruto) do primeiro trimestre de 2010. De acordo com os dados, houve um crescimento inesperado de 11,9%, sendo um resultado um pouco maior que o dobro dos dados apresentados no mesmo período no ano passado.

Os analistas da “Cúpula de Beijing” temiam as taxas de inflação, que se mostrou enfraquecida com uma alta de 2,2%. Os resultados foram positivos para a economia chinesa, mas os especialistas andam preocupados com os programas de estímulo do governo, pois podem causar um superaquecimento econômico no país, gerando alguns problemas.

Embora haja algumas preocupações com os programas de estímulo econômico do governo na economia do país, até o momento, eles ainda não geraram nenhuma reação negativa e a baixa inflação pode subsidiar uma possível necessidade de aumento das taxas de juros.

Caso haja a necessidade de aumentar as taxas de juros internos, isso causaria um risco político ao governo chinês. Os especialistas chineses trabalham para manter a estabilidade em sua economia e prever possíveis cenários dela, até mesmo considerando uma valorização em sua moeda local, o Yuan.

Caso o país continue seguindo este ritmo de crescimento, economistas locais e estrangeiros prevêem que a China ultrapasse o Japão, ainda este ano, como a segunda maior economia do mundo.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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