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Após a crise financeira internacional, a moeda norte-americana vem perdendo força frente ao sistema financeiro internacional. Diante disso, os grandes países asiáticos já estudam formas alternativas ao dólar.

Desde o ano de 2009, grupos como os BRIC (“Brasil, Russia, India e China”) estudam o uso de suas moedas locais em transações comerciais. A China, juntamente aos demais membros do Grupo, defende uma “cesta de moedas” para as transações globais. Atualmente negocia com outros países do continente para encerrar as operações com a moeda estadunidense.

Beijing já realiza transações com alguns países asiáticos em suas moedas locais e, para ampliar estas operações, o ministro de Finanças da China, do Japão e da Coréia do Sul se reuniram para estudar o uso de suas moedas em suas transações.

Nós vamos continuar implementando políticas macroeconômicas apropriadas e fortalecendo a cooperação política para atingir um crescimento forte, sustentável e equilibrado dos três países”, escreveram os Ministros durante a reunião anual do “Banco de Desenvolvimento Asiático”, em Hanói -Vietnã.

Especialistas especulam a possível criação de uma moeda comum no continente, mas nenhuma informação oficial sobre o tema foi divulgada pelos governos destes Estados.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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