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China caminha para ser a maior detentora de tecnologia de linhas de alta-velocidade

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A China, uma das nações concorrentes para a construção do “Trem de Alta Velocidade” (TAV) no Brasil, espera superar os recordes internacionais com a construção do “super trem-bala” e, com isso, ser a detentora da tecnologia que dará a maior capacidade nas linhas de alta-velocidade.

Na Ásia, Taiwan, Japão, Coréia do Sul e China são as nações que tem linhas de alta-velocidade e podem exportar suas tecnologias. Atualmente, o Japão negocia com a Índia e disputa com as demais concorrentes asiáticas, bem como com algumas nações ocidentais, para a construção do “Trem-Bala” brasileiro, estimulando o crescimento da  disputa entre as detentoras dessa tecnologia.

Recentemente, a China revelou a construção do “super trem-bala”, que poderá superar os 500 km/h de velocidade. Este novo projeto faz parte do plano de expansão da malha ferroviária do país, que, hoje, conta com 7.050 quilômetros de linha de alta velocidade e tem 10 mil quilômetros de linhas deste gênero em construção.

O país possui 337 locomotivas de alta velocidade em operação e já testou um novo modelo mais rápido, o “CRH-308”, que é o grande “inimigo” das empresas asiáticas na briga pela implantação desses projetos no mundo. Este modelo chinês opera na ligação de Shanghai com Hangzhou e atinge 416,6 km/h, o recorde da atualidade.

Segundo o engenheiro-geral do “Ministério da Ferrovia”, He Huawu, o país pretende alcançar em médio prazo a condição de ter a maior capacidade; a tecnologia mais avançada em linhas de alta-velocidade e o maior poder de negociação, para celebrar contratos com outros países, como o caso do Brasil.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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