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A China, que neste ano destronou os Estados Unidos como a maior poluente do planeta, está ampliando seu programa de apoio ao desenvolvimento de energias limpas e abriu espaço para os investidores estrangeiros.

O país pretende fechar mais fábricas que não atendam as exigências do governo de reduzir a emissão de poluentes e está aumentando seus investimentos em energia eólica e no desenvolvimento de biocombustíveis.  Os planos do governo chinês chamam a atenção de centro de pesquisas estrangeiros.

Para Nicholas Parker, presidente da “Cleantech Group”, “a construção de parques eólicos geralmente é financiada com empréstimos, que desaceleraram com a crise. Na China, este problema não existe”.

O governo anunciou a intenção de dispor de uma verba de até US$ 750 milhões para serem destinados aos centros de pesquisa em energias limpas, investimentos diretos do Estado, sem a necessidade de que os centros de pesquisa façam empréstimos para manter seus custos.

Tais medidas despertam a atenção de alguns analistas brasileiros, que vêem o grande potencial do país em desenvolver e exportar energias limpas, mas não dá a “devida” atenção ao tema. O anúncio chinês pode ser uma opção para as empresas brasileiras conseguirem recursos para acelerar suas pesquisas e abrir novas portas nas relações comerciais com este país.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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