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Comércio entre a China e os países de língua portuguesa sofre queda

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O comércio entre os países lusófonos e a China apresentou resultados negativos entre o mês de janeiro e setembro deste ano. Segundo os dados oficiais da alfândega chinesa, neste período, o comércio foi de U$ 43,53 bilhões, apresentando queda de 29,27 %, com relação ao mesmo período do ano anterior.

Embora as trocas comerciais tenham demonstrado uma leve recuperação no mês de agosto, a China vendeu para os oito países de língua portuguesa produtos estimados em U$ 12,84 bilhões de dólares e comprou U$ 30,68 bilhões de dólares, durante estes meses. Isso, contudo, no cálculo geral, representa uma queda no comércio entre os países lusófonos e os chineses.

Ainda segundo os dados oficiais do serviço de alfândega chinesa, o Brasil continua sendo o maior parceiro dentro deste grupo. Mesmo com uma queda de 21,10%, as exportações chinesas para o país atingiram 21,12 bilhões de dólares.

Angola, segundo maior parceiro comercial, obteve resultados negativos de 47,40% e Portugal, terceiro maior parceiro lusófono, apresentou alta de 21,50% em suas vendas e queda de 20,40% em suas compras da China.

Resultados mais positivos no comércio entre os países lusófonos e os chineses são esperados para o ano de 2010, já que a recessão econômica global apresenta indícios de que está chegando ao fim.

As feiras internacionais de comércio realizadas na China, como a “14º Feira Internacional de Macau” (MIF) são alguns meios de reunir os empresários de ambos os lados (países lusófonos e China), com o objetivo de estimular maiores investimentos e trocas comerciais. Macau tem sido usado como ponte para as aproximações e relações comercias entre chineses e os países de língua portuguesa.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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