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“Comissão Européia” pretende expandir o “Fundo Europeu de Estabilização Financeira”

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Ontem, 25 de novembro, o “The Wall Street Journal” anunciou que a “Comissão Européia” (CE) quer duplicar a dimensão do “Fundo Europeu de Estabilização Financeira” (FEEF) e já está enfrentando a oposição da Alemanha.

A CE, liderada por José Manuel Barroso, defende a tese de que a expansão da contribuição da “Zona do Euro” para quase 900 bilhões de euros anularia qualquer receio acerca da capacidade de resgatar países maiores como a Espanha ou a Itália.

Por outro lado, Berlim aponta as incertezas dos investidores sobre se o montante que a Europa separou para resgatar os países debilitados poderá ser suficiente para lidar com uma possível crise na Espanha. Caso Portugal e Espanha se juntem à Irlanda em um pedido de ajuda, existe a probabilidade de a capacidade de empréstimo dos acordos da “União Européia” e do “Fundo Monetário Internacional” (FMI) ser reduzida para 530 bilhões de euros.

Após o resgate à Grécia, em maio deste ano, a “União Européia” e o FMI criaram um programa de resgate de 750 bilhões de euros. A peça fundamental do programa é a “Linha de Estabilidade Financeira Européia” (EFSF, na sigla em inglês), na qual os membros da “Zona do Euro” concordaram em fornecer garantias de empréstimos de até 440 bilhões. Também compõe o programa um Fundo de 60 bilhões de euros da “União Europeia”, tendo o FMI se comprometido com o restante.

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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