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Empresas que possuem pesquisadores tem mais competitividade e maior lucratividade

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Ontem, dia 25 de maio, o jornal “Valor Econômico” publicou uma matéria sobre o pouco investimento das empresas em pesquisa e desenvolvimento (P&D).

O “Ministro da Ciência e Tecnologia”, Sérgio Rezende, declarou ao “Valor Econômico” que “falta cultura” de investimentos privados em P&D. “Dos 87 mil doutores existentes no Brasil, apenas dois mil trabalham em empresas”, informou o Ministro.

O Brasil está começando a ser percebido internacionalmente como um ator emergente não só na economia, mas também na área de ciência e tecnologia, manifestando o interesse da Intel em “entender melhor as condições para implantar um centro de pesquisa no Brasil. A IBM decidirá, entre Brasil, Austrália e Emirados Árabes, onde instalar o seu. E a ‘General Eletric’ (GE), recordado o ministro, optou recentemente pelo Brasil”.

O Ministro informou ainda na entrevista que, na Coréia do Sul, “80% dos pesquisadores estão nas empresas. Nos Estados Unidos, mais de 60% estão nas companhias, embora lá haja um grande contingente no governo por causa dos laboratórios e dos investimentos em defesa”.

No Brasil, está faltando o sistema empresarial ver que isso faz diferença. Uma empresa que possui pesquisadores, ou se associa a eles, tem mais competitividade e maior lucratividade.

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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