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Grécia quer recursos não reclamados de falecidos para reduzir seu déficit

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A Grécia informou ontem, dia 28 de março, que “a arrecadação de impostos não está ocorrendo como se esperava, portanto o governo buscará outras formas para fechar o rombo” do orçamento: “Buscar os fundos de heranças não reclamadas e de contas bancárias de pessoas que morreram há tempos é algo que está sendo considerado”.

Segundo estimativas, os ativos não reclamados dos falecidos, podem representar 4 bilhões de euros em receita para o Estado. Porém, o Governo enfrenta a resistência de segmentos dentro dele próprio, da comunidade empresarial e do público em geral.

Antes da visita dos credores internacionais ao país, no dia 4 de abril, o Governo grego luta para conseguir mais 22 bilhões de euros em cortes adicionais de gastos e medidas fiscais para os próximos três anos, como o prometido no pacote de 110 bilhões de euros acertado com a “União Européia” e o “Fundo Monetário Internacional” (FMI), em maio de 2010.

O pacote em estudo poderá incluir outras medidas como a abolição de todos os incentivos fiscais para pessoas que ganham mais de 70 mil euros por ano, a eliminação das alíquotas mais baixas do “Imposto sobre Valor Agregado” (IVA) nas ilhas dependentes de turistas da Grécia e a elevação de pedágios rodoviários.

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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