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Após a crise financeira que assolou a maior parte dos países ricos em 2009, as chamadas economias emergentes conseguiram driblar os efeitos negativos que esse processo gerou. Segundo o jornal mexicano “La Jornada”, o México vive hoje um otimismo econômico: “A Secretaria da Fazenda e Crédito Público antecipou que durante o ano de 2011 a economia mexicana crescerá ao menos 4,0% em termos reais”. A previsão para o próximo ano é de que a economia cresça 0,2% a mais do que este ano.

 

Ainda com uma forte dependência com relação aos seus parceiros econômicos do “Tratado Norte-Americano de Livre Comércio” (NAFTA, sigla em inglês)*, a segunda maior economia da América Latina vem recebendo grandes somas de investimento externo no mercado financeiro.

De acordo com dados do “Grupo BMV”, que comanda a “Bolsa de Valores” mexicana, o país teve o seu maior pico de volume negociado na bolsa em janeiro de 2011. Acredita-se que dentro dos próximos anos o México passará a integrar a lista dos países emergentes, ficando lado a lado com os BRIC (conjunto de países formados por Brasil, Rússia, Índia e China).

Entretanto, o país ainda enfrenta problemas que atravancam o desenvolvimento econômico, tais como: a grande representatividade do petróleo nas exportações, a discussão em torno de uma reforma tributária e problemas que afetam também outras esferas públicas, como o narcotráfico.

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* Quase a totalidade das exportações mexicanas são destinadas aos Estados Unidos e Canadá.

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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