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Os BRIC, de “mercados emergentes” a “mercados de crescimento”

Lucas Leite 1 de abril de 2011
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Brasil, Rússia, Índia e China deixaram de ser economias emergentes e devem ser vistos de forma diferente, afirmou Jim O’Neill no “The Times” britânico dessa quinta-feira (31/03/2001). O´Neill é presidente da Goldman Sachs na Grã-Bretanha e criador do termo BRIC (que representa as iniciais desses quatro países).

Para ele, não faz mais sentido encaixá-los como emergentes enquanto a China já ocupa o posto de segunda maior economia do mundo e o Brasil a sétima, além da proximidade e aproximação constante de Índia e Rússia nos últimos anos.

Neste sentido, a “Goldman Sachs” recentemente reclassificou os quatro países como “mercados de crescimento”, inclusos também Coreia do Sul, Indonésia, México e Turquia. No entanto, esses últimos quatro países estariam em outro patamar de importância económica e não se equivaleriam aos Estados do BRIC, ainda de acordo com O’Neill.

Isso se explica por que em 2027 eles provavelmente já terão passado o G7 em relação à soma do PIB de seus membros – dez anos antes do previsto, quando o termo foi criado. Ele ainda comentou que a expansão da economia brasileira foi mais rápida que o imaginado, tendo alcançado o posto de sétima maior do mundo com esta antecedência de dez anos em relação à sua previsão.

Jim O´Neill também declarou que os países do BRIC alcançarão até o fim da década um PIB combinado de 25 trilhões de dólares, em comparação aos atuais 11 trilhões de dólares e aos 3 trilhões registrados no início do século XXI.

Com as atuais estimativas, é previsto que o PIB combinado destes quatro países supere o norte-americano ainda nesta década, com estimativas de que poderá ocorrer em torno de 2017-2018, concluiu.
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