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Ontem, dia 4 de outubro, o Banco Mundial divulgou, na sua revisão trimestral de projeções, as estimativas do crescimento da economia chinesa para o final do ano de 2009 e as expectativas para 2010. Para este ano, as estimativas de crescimento são de 8,4% e um leve aumento de 8,7% em 2010.

Não apenas o Banco Mundial, mas também o Economista da Goldman Sachs, Jim O’Neill, que popularizou a sigla “BRIC” (Brasil, Russia, Índia e China), admitiu que o crescimento da economia chinesa atingirá o status de maior do mundo em 2027.

Acrescente-se que, para a Goldman Sachs, a expectativa do crescimento chinês será de 9,4%, até o final deste ano. A economia chinesa, que vem crescendo em média de 9,8% ao ano durante as últimas três décadas de “reforma e abertura”, hoje, ocupa a posição de terceira maior economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e do Japão.

Jim O’Neill previu que em 2050 os países do BRIC terão um PIB maior do que os atuais países mais ricos (Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França e Japão). Assim, as relações comerciais, econômicas e o reforço das relações diplomáticas entre os países do BRIC vêm crescendo de forma gradativa, reforçando as previsões do economista da Goldman Sachs.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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