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Países asiáticos estão na frente do Japão em termos de “Tratados de Livre Comércio”

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O Japão está sendo criticado internamente e externamente por analistas econômicos, devido à sua política econômica fechada em relação aos “Tratados de Livre Comércio” (TLC). Este comportamento está lhe deixando atrasado diante de seus vizinhos no continente asiático. O país tem sido criticado, especialmente quando é comparado com a Coréia do Sul. Atualmente, os sul-coreanos estão firmando seus “Acordos de Livre Comércio” com os Estados Unidos, mesmo neste momento tenso na península coreana.

O Japão, por isso, ficou defasado, se comparado com a Coréia do Sul, mas também com outras nações vizinhas, já que ele possui “Acordos de Livre Comércio” e parcerias econômica com apenas 13 países e territórios, em sua maioria, com países emergentes.

Tókio mantém estes tipos de Acordos com a “Associação das Nações do Sudeste Asiático” (ASEAN), México, Cingapura, Índia e com o Peru. Porém, os nikkeis não têm grandes avanços em TLCs com países que detém maiores mercados de consumo, diferentemente dos sul-coreanos.

Atualmente, a preocupação com o novo “Acordo EUA-Seul” está no impacto desta parceria para as exportações japonesas, tanto para a Coréia quanto para os Estados Unidos, uma vez que os coreanos estão competindo cada dia mais com os produtos japoneses. Os produtos sul-coreanos são grandes rivais, desde os eletrônicos ao automobilísticos. Assim, este TLC entre Coréia do Sul e EUA causará grande impacto na economia do Japão.

Economistas japoneses acreditam que o país tem necessidade de remodelar sua política econômica quanto aos TLCs, sendo que as economias asiáticas vem caminhando para uma integração econômica, podendo vir a competir com o Japão em igualdade de condições em futuro próximo.

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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