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Estratégia de defesa comum é defendida por Brasil e Argentina em reunião do “Conselho de Defesa Sul-Americano”

Priscila Rodrigues Pereira 20 de maio de 2011
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Na “III Reunião do Conselho de Defesa Sul-Americano” (CDS), realizada na primeira quinzena de maio, em Lima (Peru), o ministro de Defesa brasileiro, Nelson Jobim, defendeu a idéia de estabelecer uma estratégia comum para o combate conjunto de intervenções externas no subcontinente e proteção das riquezas da região.

 

Os argumentos do Ministro para tal iniciativa foi o fato de que o crescimento populacional do mundo tende a aumentar a cobiça por riquezas relacionadas à água, produção de proteínas minerais e animais e energia renovável num futuro próximo e a região precisa saber responder a tal ameaça. Nelson Jobim aposta que o fim da vulnerabilidade latina está na promoção da cooperação e confiança mútua entre os Estados.

O ministro de Defesa argentino, Arturo Puricelli, manifestou apoio às declarações brasileiras, enfatizando que as propostas apresentadas fizeram parte das intenções regionais ao criar a UNASUL em 2008, objetivando proporcionar uma zona de paz e cooperação. Puricelli citou a importância de se trabalhar pela unidade latino-americana. Colômbia e Equador também se mostraram favoráveis à sugestão de uma “política de defesa regional integrada”.


 

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