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[:pt]EUA planeja averiguar redes sociais antes de permitir entrada de estrangeiros no país[:]

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Guerra ao Terror é o nome dado pelo ex-presidente dos Estados Unidos (EUA), George W. Bush (2001-2009), para a campanha militar desencadeada após os ataques de “11 de Setembro de 2001”. Desde então, o Governo dos Estados Unidos (EUA) destina-se a combater o terrorismo em suas mais diversas áreas e, atualmente, as personagens que aderiram a esta guerra são as redes sociais, dentre as quais qualificam-se o Fecebook, o Instagram e o Twitter.

Não se sabe o momento exato em que estes mecanismos de relacionamentos tornaram-se palcos de guerra. Contudo, tem-se ideia de que foram os vídeos e gravações de Osama Bin Laden (líder e fundador da Al-Qaeda), gravados em cavernas do Paquistão, e divulgados no mundo inteiro, que motivaram as mensagens de incitação ao ódio religioso e também político nas redes sociais. Hoje, tais ações são feitas por integrantes e/ou simpatizantes do Estado Islâmico e afins.
Baseando-se nesse contexto, o Governo estadunidense, por meio do Departamento de Segurança Nacional Norte-Americano (em inglês, United States Department of Homeland Security – DHS), planeja averiguar as redes sociais antes de permitir a entrada de estrangeiros em seu território. Desse modo, poderá identificar se os indivíduos que desejam entrar nos EUA estão ligados à algum tipo de organização terrorista. Acreditam que isso poderá ser feito por intermédio de suas postagens nas redes sociais.

Se a proposta for aceita, os estrangeiros terão um novo campo de preenchimento no questionário de solicitação do visto de entrada, onde deverão indicar “informações associadas com sua presença digital. Tais processos contam com métodos de impressão digital, local de hospedagem, motivos para a viagem, entrevista pessoal, dentre outros.

A proposta foi apresentada no dia 23 de junho (2016) pelo Órgão de Proteção Alfandegária e de Fronteiras, que está ligado ao Departamento de Segurança. Ela ainda está em análise de consulta pública e ficará aberta por 60 dias, contados a partir do dia em que foi sugerida, para que os cidadãos norte-americanos contribuam com outras possíveis mudanças.

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Imagem (Fonte):

http://www.bing.com/images/results.aspx?q=osama+bin+laden&mkt=en-us&fdr=lc

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Ana Raquel Cordeiro - Colaboradora Voluntária Júnior

Graduada em Relações Internacionais (2014) pela Universidade da Amazônia – PA e profissionalmente atua com gestão de empresas. Áreas de interesse em pesquisa são em Marketing e mídias Internacionais, Conflitos bélicos e étnicos de interesse internacional, dentre outros.

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