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[:pt]EUA pretendem lançar satélite meteorológico de última geração no próximo mês (Novembro)[:]

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Durante um discurso na Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA, na sigla inglesa), ocorrido na última quarta-feira, 5 de outubro, o presidente norte-americano Barack Obama declarou estado de alerta e evacuação para os cidadãos do Sudoeste dos Estados Unidos (EUA), devido a chegada do furacão Matthew. Ele já havia atingido o Haiti, a República Dominicana e Cuba, deixando, segundos dados da Organização das Nações Unidas (ONU), um total de 25 pessoas mortas e 350 mil desalojadas.

O fenômeno foi considerado pelo Centro Nacional de Furacões dos EUA como tendo gravidade de categoria 3, o que significa que a elevação do nível do mar é de 2,6 a 3,8 metros, com ventos chegando à velocidade de 178 a 208 km/h. Nessa categoria, os danos provocados pelos furacões podem ser estruturais, atingindo construções feitas de madeira, além de casas e edifícios.

Deste modo, o Presidente, durante o discurso, frisou que Matthew deve ser levado a sério e que é preciso estar preparado para seus possíveis efeitos “devastadores” que poderão ser ocasionados nos estados da Flórida, Geórgia, Carolina do Sul e Carolina do Norte, os quais eram alvos do furacão, segundo dados meteorológicos da NASA, e estavam previstos para chegarem nesses territórios no dia 6, quinta-feira passada.

Com intuito de prevenir catástrofes como essa, o Governo dos EUA, por meio da NASA, almeja lançar um satélite meteorológico com tecnologia avançada no dia 4 de novembro deste ano (2016). Sua função será coletar dados climáticos em alta definição, a cada 30 segundos. Em comparação com os atuais satélites que reportam imagem de 30 em 30 minutos, este promete ser bem mais eficaz. Segundo divulgado na mídia, sua posição será de 35 mil quilômetros de altitude, podendo capitar imagens de fenômenos como tempestades e furacões.

No mesmo dia em que Obama alertava sobre o furacão Matthew, a ONU anunciava que o acordo estabelecido em Paris, em 2015, entrará em vigor em um prazo de 30 dias. Um dia antes (4 de outubro), o Parlamento europeu havia aprovado a ratificação do chamado Acordo de Paris, que tem a finalidade de fazer com que os países, dos mais ricos aos mais pobres, reduzam as emissões de gazes de efeito estufa até 2020. Com um objetivo a longo prazo, a redução de gases de efeito estufa poderá manter o aquecimento global abaixo de 2ºC, evitando, segundo cientistas, a elevação do nível do mar, eventos climáticos extremos (como o furacão Matthew), assim como a falta dos suplementos mais básicos, a água e a comida.

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Imagem (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Furac%C3%A3o_Matthew#/media/File:Matthew_2016-09-30_1835Z.png

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Ana Raquel Cordeiro - Colaboradora Voluntária Júnior

Graduada em Relações Internacionais (2014) pela Universidade da Amazônia – PA e profissionalmente atua com gestão de empresas. Áreas de interesse em pesquisa são em Marketing e mídias Internacionais, Conflitos bélicos e étnicos de interesse internacional, dentre outros.

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