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“Força Naval” da UE atacou uma base de piratas na costa da Somália

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Ontem, 15 de maio, um helicóptero da Marinha europeia atacou* uma base de piratas na costa da Somália, sendo a primeira ofensiva do tipo desde que a “União Europeia” (UE) autorizou** ataques a alvos em terra.

A aeronave da UE destruiu várias embarcações usadas pelos piratas numa praia da região central de Galmudug, segundo autoridades militares. O ataque faz parte de uma estratégia para garantir a segurança de vias marítimas vitais.

 

O contra-almirante Duncan Potts, comandante da Operação da UE, citado pela “O Estado de São Paulo”, acredita “que esta ação da Força Naval da UE vai aumentar a pressão sobre os piratas e atrapalhar seus esforços de saírem para o mar e atacarem navios mercantes e outras embarcações”***.

De acordo com informações da “Força Naval” da UE, a operação foi conduzida de acordo com a “Resolução 1851”**** (2008) do “Conselho de Segurança das Nações Unidas” (CSNU)  e teve o apoio total do “Governo Federal de Transição” da Somália.

—————————————-

Fontes Consultadas:

*Ver:

http://www.eunavfor.eu/2012/05/eu-naval-force-delivers-blow-against-somali-pirates-on-shoreline/

**Ver:

http://jornal.ceiri.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2697:piratas-sansoes-ao-ira-e-o-acucar-brasileiro&catid=94:notas-analiticas&Itemid=656

***Ver:

http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,uniao-europeia-lanca-primeiro-ataque-contra-base-de-piratas-somalis,873219,0.htm

**** Em 16 de dezembro de 2008, o “Conselho de Segurança das Nações Unidas” (CSNU) adotou a Resolução 1851 (2008) sobre a situação na Somália, que autoriza os Estados e as organizações regionais que cooperam na luta contra a pirataria e os assaltos à mão armada nas águas ao largo da costa da Somália, e a respeito dos quais o Governo Federal de Transição da Somália (GFT) tenha previamente dado notificação ao Secretário-Geral das Nações Unidas, a tomar todas as medidas necessárias que sejam apropriadas na Somália para efeitos de repressão dos atos de pirataria e dos assaltos à mão armada no mar, desde que a aplicação dessas medidas seja conforme as normas aplicáveis de direito internacional humanitário e dos direitos humanos.

Ver:

http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2012:089:0069:01:PT:HTML

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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