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Transporte Coletivo, o caos das grandes metrópoles brasileiras. Há alternativas?

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Sempre que falamos sobre transporte coletivo no Brasil, nos vêm à mente diversos problemas e transtornos causados principalmente nas grandes metrópoles.

 

No Rio de Janeiro, as reclamações mais freqüentes estão relacionadas ao descumprimento do ponto de parada; em Belo Horizonte o descumprimento do quadro de horários; já em São Paulo as reclamações mais comuns são o intervalo entre um ônibus e outro. Acrescente-se a isso a aceleração da urbanização e o aumento do tráfego.

 

Curitiba, apesar de ser considerada uma cidade modelo, quando o assunto é transporte coletivo, também há reclamações sobre o intervalo de tempo entre um ônibus e outro.

Em sua característica específica, Curitiba teve seu desenvolvimento planejado, ademais, a preservação ambiental e do patrimônio histórico, são conceitos enraizados nesta sociedade e são temas sempre freqüentes na elaboração das políticas públicas.

 

Curitiba está localizada em um dos 34 pontos mais quentes do planeta. Seguindo a linha do planejamento, busca aprimorar e melhorar o sistema de transporte coletivo e o desenvolvimento sustentável da cidade. Visa ainda conciliar o desenvolvimento da habitação e transporte, com a preservação do ambiente urbano.

 

Para dar conta dessa tarefa, o governo municipal pretende construir uma parceria em longo prazo com a AFD (Agência Francesa de Desenvolvimento) a fim de abordar as questões do crescimento populacional da cidade, o crescimento econômico e o aumento da motorização.

 

Esta será a primeira atuação da AFD no Brasil e também a primeira vez que apóia a preservação da biodiversidade em escala urbana. Este financiamento é de aproximadamente 36 milhões de euros (metade do montante total do projeto).

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Daniela Alves - Analista CEIRI - MTB: 0069500SP

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).

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1 Comments

  1. Sebastiao da Silva 19 de novembro de 2013

    Acredito que a melhor maneira de ajudar o transporte em Niterói é solicitar aos nossos legisladores um maior empenho em em aprovar um projeto de lei que obrigue o executivo municipal ,seguir as recomendações da engenharia de transito e transporte,que é priorizar como meio de transporte de massa veículo movido a trilho e hidroviário,Não vejo outra solução senão estas recomendações.Acredito que para dar sustentabilidade a cidade ,será preciso adequá-la a novos instrumento de mobilidade urbana ,quanto as demais sugestões é discutir no varejo,a política de transito e transporte.Bem ,como me foi solicitada a minha contribuição eu já dei,Não podemos pensar no século XXI,com a cabeça no século XIX.Hoje se discute as políticas públicas em três conceitos básicos ,curto,médio e a longo prazo.

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