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Na última terça-feira, dia 13 de dezembro, foi divulgado que Brasil e Estados Unidos (EUA), por meio de seus especialistas e representantes internacionais, participaram da II Reunião Anual do Programa Parceria para a Conservação da Biodiversidade na Amazônia, que ocorreu em Brasília (Capital do Brasil). O projeto visa estreitar as relações entre brasileiros e norte-americanos em tempos de crise, além de contribuir para a manutenção e conservação de áreas protegidas da floresta Amazônica.

A notícia foi divulgada pelo portal brasileiro do Ministério do Meio Ambiente, que apresentou o programa como uma Cooperação técnica entre o Brasil e os EUA, envolvendo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), o Serviço Florestal Americano (SFA) e a Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional. Esta cooperação terá a duração de 5 anos (2015-2019) e deverá seguir alguns passos para sua elaboração.

Segundo a coordenadora de Programas Internacionais do SFA, Michelle Zweed, os passos são de extrema importância para as áreas protegidas da Amazônia, e são conhecidos pelos seus quatro eixos: “o uso público e visitação, planos de manejo, cadeias de valor dos produtos do extrativismo e manejo do fogo”.

Independentemente dos cinco anos contratuais deste projeto, Zweed declarou que faz mais de 20 anos que os dois países cooperam em prol do benefício florestal, e que essa parceria ainda rendeu interesse em aprimorar ainda mais o trabalho em áreas protegidas nos EUA. A reunião teve também a apresentação do feedback do ano de 2016, em que os analistas internacionais expuseram os resultados e casos de sucesso no âmbito da aplicação dos eixos do projeto.

Durante a encontro, vários pontos foram destacados, entre eles o papel da sociedade internacional em relação a conservação do meio ambiente. Este assunto resultou em um quinto eixo temático para o projeto, chamado de “cadeias de valor”, o qual diz respeito ao uso sustentável e adequado dos recursos naturais.

Segundo o coordenador de Produção e Uso Sustentável do ICMBio, João da Mata, se tais recursos forem usados corretamente os benefícios podem ser saudáveis e rentáveis para as comunidades de cada país, mas para que isso ocorra é preciso conscientização e colaboração por parte da sociedade. Para que esta ocorra, João da Mata ressalta que a parceria entre ambos os países, junto com suas respectivas sociedades, são ingredientes de sucesso para o projeto.

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ImagemMapa da ecorregião amazônica definida pelo WWF. A linha amarela abrange cerca de bacia de drenagem da Amazônia. As fronteiras nacionais estão mostradas em preto. Imagem de satélite da NASA” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Amaz%C3%B4nia#/media/File:Amazon_rainforest.jpg

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Ana Raquel Cordeiro - Colaboradora Voluntária Júnior

Graduada em Relações Internacionais (2014) pela Universidade da Amazônia – PA e profissionalmente atua com gestão de empresas. Áreas de interesse em pesquisa são em Marketing e mídias Internacionais, Conflitos bélicos e étnicos de interesse internacional, dentre outros.

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