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[:pt]Michel Temer viaja para a China para fortalecer relações bilaterais[:]

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O presidente Michel Temer chega em Shanghai nesta semana para participar da cúpula do G20, um importante evento que reúne os vinte países mais ricos do mundo e os mais influentes Chefes de Estado. A viagem não será apenas para participar da cúpula do G20, mas também para fortalecer laços com os chineses.

No dia 2 de setembro, Temer irá se encontrar com o presidente chinês Xi Jinping e com outras autoridades do país. Nesses encontros, espera-se que mais 11 novos contratos comerciais sejam assinados, bem como fortalecidos os atuais Acordos de Cooperação. Ele levou em sua viagem importantes nomes da economia brasileira e ministros, a fim de voltar com notícias positivas para a economia do Brasil.

Os negócios da equipe de Temer serão bilionários, envolvendo produtos da Embraer e da Petrobrás e pode ser que uma participação da Camargo Correa na CPFL Energia também seja vendida. Além de uma série de Acordos, a ideia de responder às acusações de que houve um Golpe de Estado também foi pensada e a equipe está apta a apresentar detalhes aos chineses, deixando claro que a política brasileira está estabilizada.

A China é um dos mais importantes, senão o principal parceiro do Brasil. Desde 2010, os dois países aqueceram muito suas relações comerciais, diplomáticas, cooperação social, intercâmbio educacional, tecnologia e vários outros setores, mas o que causa dúvida em diversos estudiosos das relações Brasil-China é a manutenção desses laços com a troca de Governo que ocorreu.

As dúvidas não são por menos, pois, a partir do primeiro mandado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Beijing se tornou muito importante para tornar o Brasil uma potência emergente naquela época. Com o crescimento da economia chinesa, o país também viveu frutos positivos em sua economia, da mesma forma que, com o esfriamento da economia do país asiático, os brasileiros viveram uma queda econômica. “O Brasil tornou-se a potência emergente na época do Governo Lula, parcialmente por causa da China e também por causa da desaceleração do país asiático é que o Brasil deixou de ser essa potência. Temer está certo ao levar as pessoas chaves e ministros a essa viagem”, afirmou o professor de Relações Internacionais da FGV, Oliver Stuenkel, para o jornal El País, em respeito a grande equipe preparada por Michel Temer e seus assessores.

A China está constantemente atualizando e pensando em melhorias em seu modelo de desenvolvimento econômico e isso pode se tornar em uma nova oportunidade para atualizar as relações entre Brasília e Beijing. Explorar mais os pontos fortes das indústrias de ambos é essencial para reverter o estado econômico em que brasileiros e chineses vivem. O que se espera de Temer é que abra novas portas e alcance novas oportunidades ainda não pensadas ou mal trabalhadas no que se diz respeito às relações Brasil-China.

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ImagemMichel Temer recebe cumprimentos durante a posse no Congresso Nacional” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Governo_Michel_Temer

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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