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Mudanças na “Previdência Social” chinesa

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A “Previdência Socialchinesa, que tem um modelo diverso do adotado no Brasil, está sendo alterada. Atualmente, o sistema de seguridade social na China tem diferenças quando é direcionado à população rural, de grandes cidades, de pequenas cidades, de vilarejos e também de acordo com as profissões exercidas. O “Conselho de Estado” chinês inicia nesta semana a aplicação de um novo modelo que vai cobrir as necessidades de camponeses nas zonas rurais e para aqueles trabalhadores menos favorecidos de regiões urbanizadas.

No final dos anos 90, a China estabeleceu seu sistema de renda mínima e, através dele, o Governo concede créditos às famílias que possuem renda abaixo da média de sua região (província, zona rural, vilarejo, cidade etc.). Com a mudança prevista nas “Leis de Previdência”, bilhões de dólares do Orçamento central do país serão destinados para as famílias chinesas.
O país planeja investir quase 6 bilhões em pensões urbanas, além disso,14 bilhões vão para assegurar a renda mínima da população, que já está sendo assegurada desde o início do ano passado (2011). De acordo com o divulgado, 7 bilhões serão destinados às famílias mais carentes, à população mais pobre que vive em regiões urbanas.
Atualmente 124 milhões de chineses recebem pensão básica de aposentadoria, com estas novas medidas, o Governo espera abranger pelo menos 700 milhões de cidadãos.
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[1] Imagem (“Um lavador de janelas em um dos arranha-céus de Xangai”): Fonte wikipédia

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Fontes:

Ver:
http://portuguese.cri.cn/561/2012/10/13/1s157126.htm
Ver:
http://portuguese.cri.cn/561/2012/10/12/1s157120.htm
Ver Lei:

http://jornal.ceiri.com.br/wp-content/uploads/2012/10/china_ss_icex.pdf

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Fabricio Bomjardim - Analista CEIRI - MTB: 0067912SP

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. Atualmente é membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence.

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