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O mercado de automóveis brasileiro é amplo, complexo e regrado de particularidades. No “Mato Grosso do Sul”, por exemplo, veículos com tração nas quatro rodas (os chamados “4 wheel drive”) são bem vendidos, já que o perfil do comprador é o empresário de agronegócio. Já na capital de São Paulo, veículos populares ou do tipo sedã são preponderantemente vendidos, tendo em vista a ascensão da “Classe C” e o perfil do paulistano médio.

As montadoras de veículos reconhecem e pesquisam profundamente o perfil de seus compradores e o Brasil têm se mostrado atrativo até para marcas novas, pouco conhecidas, como a Chery e “JAC Motors”. A inauguração de fábricas é uma evidência disso*.

 

Após a crise do subprime e a queda das vendas pós-crise europeia, o Governo brasileiro decidiu pela redução do “Imposto sobre Produtos Industrializados” (IPI), como forma de estimular as vendas dos carros no país. Contudo, essa relação (a princípio benéfica), têm apresentado suas primeiras falhas, pois está alimentando uma bolha automobilística.  Os primeiros indícios dos problemas começaram a se mostrar.

A “General Motors” (GM) está ameaçando demitir 1,5 mil empregados, uma vez findada a produção dos modelos Corsa, Zafira e Meriva na unidade de “São José dos Campos” (SP)**, porém o Governo e os sindicatos argumentam que a contrapartida da redução do imposto seria a manutenção de empregos. Já a JAC, que inauguraria uma fábrica na Bahia, desistiu de fazê-lo***.

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Fontes:

* Ver:

http://jornal.ceiri.com.br/2012/03/29/chinesa-chery-quer-construir-parque-industrial-no-brasil/

** Ver:

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,fantasma-da-demissao-ronda-a-gm,121067,0.htm

*** Ver:

JAC interrompe planos de expansão no país”. Folha de São Paulo, Mercado, p. B7. São Paulo, 29 julho 2012. Versão impressa.

 

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