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O Ministro estoniano é eleito para a Assembleia Ambiental das Nações Unidas

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O Ministro do Meio Ambiente da Estônia, Siim Kiisler, ganhou as eleições para o cargo de Presidente da Assembleia Ambiental da Organização das Nações Unidas (ONU). O órgão da ONU opera em apoio às decisões da Assembleia Geral (AG) da Instituição com o objetivo de produzir melhores articulações na esfera ambiental global.

Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas

Com sede em Nairóbi, Quênia, a Assembleia Ambiental é a maior autoridade do gênero a lidar com essas questões, e o Presidente Kiisler é o primeiro estoniano a liderar a unidade. Como funções, o cargo exige a efetivação de decisões políticas e estratégicas importantes para o organismo, tais como os rumos que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) tomará nos anos seguintes.

Um dos exemplos atuais da gerência do PNUMA é a preparação do relatório sobre a poluição do solo, que deverá estar finalizado até 2019. Com forte interesse da União Europeia (UE), o documento refletirá a preocupação sobre a saúde global e seus impactos ambientais quanto ao uso de pesticidas e fertilizantes.

O Jornal Baltic Times trouxe a declaração do ex-Presidente da Assembleia do Meio Ambiente da ONU e Ministro do Meio Ambiente da Costa Rica, Edgar Gutierrez, o qual afirmou: “Estou feliz que o novo presidente venha especificamente da Estônia, uma vez que a Estônia possui um forte ministro do meio ambiente, apoiado por uma equipe forte”.

Em nota divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente da Estônia, Siim Kiisler salientou: “A Estônia foi eleita para a nova presidência, já que nossos funcionários fizeram um excelente trabalho durante a presidência (do Conselho da UE), e também geriram com dignidade e eficiência a gestão na União Europeia durante a Assembleia Geral da ONU deste ano”.

Os analistas observam que esta é uma boa oportunidade para dar maior visibilidade às ideias que o Estado estoniano possui quanto aos fatores ambientais. Porém, compreende-se que os desafios de influenciar e negociar pautas torna-se maior dentro de uma organização internacional do que no âmbito do Bloco europeu.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Presidente eleito da Assembleia Ambiental da ONU e Ministro do Meio Ambiente da Estônia Siim Kiisler” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/53/Siim_Kiisler_2017-06-09.jpg/1280px-Siim_Kiisler_2017-06-09.jpg

Imagem 2 Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU)” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/49/UN_General_Assembly.jpg

Bruno Veillard - Colaborador Voluntário Júnior

Mestrando pelo Programa de Pós-graduação em Sociologia e Política (PPG-SP), e Bacharel em Relações Internacionais pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro vinculado a Universidade Cândido Mendes (IUPERJ/UCAM). Atua na produção de notas analíticas e análises conjunturais na área de política internacional com ênfase nos países Nórdico-Bálticos e Rússia.

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