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Pesquisas estudam competição internacional de empresas de material esportivo

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Um estudo com dados dos últimos 16 anos, recentemente publicado pela Sports Value, analisou o desempenho econômico, desenvolvimento de marca e market share das maiores empresas de material esportivo do mundo, e como estas se comportam em um cenário de competição cada vez mais globalizado.

Fábrica da Adidas em Herzogenaurach (Alemanha)

Para entender melhor o impacto destas corporações no mercado, foi constatado, em âmbito geral, que o faturamento no setor de varejo esportivo em 2017 foi de US$ 260 bilhões, dos quais US$ 82 bilhões – ou seja, mais de 30% – são pertinentes às vendas de material e equipamento esportivo. O maior mercado consumidor de tais produtos concentra-se nos Estados Unidos e na Europa, somando expressivos 75%, enquanto o consumo latino-americano agrega em apenas 6% do total.

O ranking de posicionamento competitivo das marcas é atualmente liderado pela norte-americana Nike, a qual apresentou um faturamento no ano passado (2017) de US$ 34,4 bilhões. Na sequência vem a alemã Adidas – que já chegou a figurar como primeiro lugar desta lista – com US$ 24 bilhões, seguida de Under Armour (US$ 5 bilhões), deixando a Puma com o quarto lugar, ao faturar US$ 4,7 bilhões. Juntas, estas empresas somam US$ 68 bilhões, ou 83% do mercado internacional.

Fábrica da Adidas em Herzogenaurach (Alemanha)

Atribui-se a este sucesso o investimento agressivo em marketing esportivo, por meio de patrocínio a atletas/clubes, eventos e competições. Com o objetivo de reforçar o valor de sua marca no mercado, a Nike investiu US$ 3,3 bilhões, a Adidas US$ 3,1 bilhões, a Under Armour e a Puma US$ 0,6 bilhões cada com propaganda em 2017. No quesito lucro líquido, a Nike abre ampla vantagem frente às concorrentes ao atingir US$ 4,2 bilhões, enquanto as demais somaram apenas US$ 1,3 bilhões.

Deste panorama setorial bilionário, pode-se inferir que as estratégias comerciais e publicitárias das grandes empresas internacionais de material esportivo mencionadas as garantem em um posicionamento mercadológico de destaque perante os demais concorrentes locais, cujas verbas de gestão em marketing nem se aproximam destes números apresentados no estudo.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Sede mundial da Nike em Beaverton, Oregon (EUA)” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/35/Nikeworldheadquarters.jpg

Imagem 2 “Fábrica da Adidas em Herzogenaurach (Alemanha)” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/06/Adidas-factory-outlet-Herzogenaurach.jpg

Imagem 3 “Fábrica da Puma em Herzogenaurach (Alemanha)” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a7/Zeppelinstra%C3%9Fe_2_Herzogenaurach_03.JPG

Wilson Mencaroni - Colaborador Voluntário

Pós-graduado em Gestão de Negócios Internacionais pela Business School São Paulo (BSP), Bacharel em Relações Internacionais no Centro Universitário Fundação Santo André - Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas. Bolsista pelo CNPq em 2009 com o projeto de iniciação científica "A Soberania Nacional em face dos Tratados Bilaterais: A Questão do Tratado de Itaipu". Tem experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Atitude e Ideologias Políticas, atuando principalmente nos seguintes temas: integração, direito, democracia, segurança e negociação internacional. Em sua carreira, conquistou o cargo de Gerente de Negócios Internacionais. Está em contato com o comércio exterior, aprofundando seu conhecimento e focando suas habilidades para os procedimentos de importação. Já participou de diversas feiras internacionais, representando sua empresa, tendo a função de estreitar o relacionamento com fornecedores, investidores e clientes estrangeiros, além de trabalhar a marca da empresa e conquistar distribuições em diferentes continentes.

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